Parar o vento com as mãos
Imagem base gerada por: openart.ai Vivemos imersos num turbilhão de informação, de muitas e diversas origens, formatos, suportes tecnológicos. Mais do que nunca e decerto de forma ainda mais acentuada no futuro, as culturas interpenetram-se e influenciam-se. As palavras e a linguagem são parte essencial destas interações. Por uma qualquer razão que não entendo bem, apesar da língua portuguesa ter uma estrutura e vocabulário ricos e robustos, é inundada de forma que julgo ser excessiva por novas palavras, a maioria das quais não a enriquecem, por serem desnecessárias. Além de que, frequentemente, trazem consigo fonéticas que são estranhas à nossa língua produzindo-se textos que não cumprem as mais elementares regras de ortografia. Tentar evitar que este fenómeno suceda, é como tentar parar o vento com as mãos. Aqui deixo alguns exemplos, no caso, decorrentes da língua inglesa: - “Comportamentos aditivos”; “Pessoa está em adição” Estes termos surgiram recentemente por clara influê...